7 DE SETEMBRO

MANIFESTO
BRASIL SOBERANO E INDEPENDENTE

Bandeira de 213.421.037 Brasileiros 

A soberania é um dos pilares da construção de qualquer nação que busca afirmar sua autonomia no cenário mundial. No Brasil, entretanto, a trajetória recente evidencia ameaças a esse princípio, sobretudo pelo avanço da direita e, de forma mais acentuada, pelo bolsonarismo. Esse movimento político, ao reforçar a submissão a interesses externos, enfraquecer instituições democráticas e atacar direitos sociais, compromete o projeto de um país soberano e independente.

Em primeiro lugar, o bolsonarismo se alinha a uma tradição da direita brasileira marcada pelo entreguismo. Privatizações de estatais estratégicas, cortes em investimentos em ciência e tecnologia e submissão a acordos internacionais desiguais são exemplos de políticas que reduzem a autonomia nacional e ampliam a dependência em relação a potências estrangeiras. Assim, a soberania, em vez de se consolidar, torna-se fragilizada.

Além disso, esse campo político ameaça a democracia, elemento essencial da soberania. O discurso autoritário, os ataques às instituições e a disseminação de desinformação enfraquecem o pacto democrático e colocam em risco a participação popular. Sem democracia efetiva, a independência nacional torna-se apenas formal, pois o poder deixa de emanar do povo para servir a interesses particulares e externos.

Nesse contexto, a construção de um Brasil soberano e independente contra a direita e o bolsonarismo, passa pela mobilização popular e pelo fortalecimento das instituições republicanas. É necessário que o Estado invista em políticas que garantam a autonomia econômica e científica do país, que a sociedade civil organizada atue no combate à desinformação e na defesa da democracia, e que as escolas e universidades promovam uma educação crítica, capaz de conscientizar a população sobre a importância da soberania nacional.

Portanto, é evidente que a soberania e a independência do Brasil não podem coexistir com projetos políticos que priorizam a submissão e o autoritarismo. Superar a agenda da direita e do bolsonarismo é, mais do que um posicionamento ideológico, uma condição necessária para que o país caminhe rumo à justiça social, à autonomia e à verdadeira democracia.

Nesse 07 de Setembro do ano de 2025, eu quero dizer que o Brasil não nasceu para ser colônia. Nossa história é de resistência, de lutas populares e de afirmação da independência. No entanto, a direita brasileira e em especial o bolsonarismo, tentam transformar nossa pátria em território de exploração, submissão e medos ideológicos.

A direita sempre foi inimiga da soberania nacional. Privatizou nossas riquezas, entregou nosso petróleo, atacou a indústria e serviu de joelhos ao capital estrangeiro. O bolsonarismo levou esse projeto ao extremo: destruiu políticas sociais, ameaçou a democracia e suas instituições, espalhou ódio e tentou impor um regime autoritário a serviço de elites e de interesses internacionais. Um Brasil soberano e independente não pode conviver com esse projeto de submissão. Soberania é garantir que nossas riquezas sirvam ao povo, e não a corporações estrangeiras ou grupos internos privilegiados. Independência é afirmar que a democracia pertence à todos ou a maioria que a deseja, e não a uma minoria que deseja  governar com base em fake news, violência e ódio.

Não aceito as mentiras e ideologias do bolsonarismo.

Não aceito o entreguismo e desmonte do estado democrático.

Não aceito o autoritarismo, bandidagem e anistia dos bolsonaristas.

Não aceito que minha pátria seja vendida, saqueada ou silenciada.

O Brasil soberano e independente que eu acredito, une forças entre povo e instituições, desmontando as narrativas da extrema-direita, e barrando o avanço do que dizem ser a direita bolsonarista brasileira.


Leia também: “Que ‘independência’ temos para comemorar, se o Brasil é uma ‘colônia de banqueiros’?”

Batalha dos deuses

DIREITA falsa, Inimiga do Povo!

Pronunciamento do presidente Lula no 7 de Setembro de 2025: Do lado do povo brasileiro